CIRO GOMES DENUNCIA "GOLPE JUDICIAL" CONTRA SUA CANDIDATURA A CINCO DIAS DA ELEIÇÃO
- 29/09/2026
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Ciro Gomes reagiu nesta terça-feira (29) à decisão monocrática do ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou a retirada da Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, da coligação que apoia sua candidatura ao Governo do Ceará.
A liminar também suspendeu atos de campanha de Roberto Cláudio, candidato a vice-governador, e Capitão Wagner, candidato ao Senado, além de atingir o tempo da candidatura de Ciro na propaganda eleitoral. A decisão ocorre a poucos dias da eleição e ainda poderá ser analisada pelo plenário do TSE. (UOL Notícias)
Em manifestação divulgada nesta terça-feira, Ciro classificou o episódio como uma "tentativa de golpe judicial" contra sua candidatura e questionou o momento da decisão. "Faltando 5 dias para a eleição, tentam de tudo para impedir nossa vitória", afirmou o candidato.
Ciro também levantou suspeitas sobre um possível conflito de interesses envolvendo o ministro responsável pela decisão e familiares de uma advogada ligada à defesa de Júnior Mano, candidato a suplente de senador na chapa de Cid Gomes. Essa alegação foi apresentada pela campanha e por aliados; reportagens sobre o caso registram a contestação feita por Capitão Wagner, mas não estabelecem, por si só, irregularidade ou impedimento do ministro. (UOL Notícias)
Na avaliação de Ciro, a decisão representa uma tentativa de impedir que seus aliados continuem fazendo campanha na reta final da disputa.
"O sistema inteiro se uniu para nos derrotar, mas o povo se levantou ao nosso lado", declarou.
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